Meu ultimo vôo
Hoje, serei breve...
Breve como deve ser a frase inesquecível
Breve como é a vida e seus caprichos
Breve como é a imagem mais bonita
Quero resumir a minha vida
Em folhas de papéis que replantei
A semente da poesia que eu amei
Espero apenas, ter brotado n’algum ponto
Quem sabe um coração desavisado...
Atordoado coração sem pulsação
Quem sabe, inspirado uma canção...
Ou provocado um beijo apaixonado
Se ao menos uma delas já foi lida
E fez chorar uma retina que seja...
Já me valeu a vida, e esta mesa
Onde rascunho assim o meu sentir
E se agora eu já busco pouso...
E minha pena já cansada, quer repouso,
Espero com fervor no coração
A emoção mais pura de um leitor
...quem sabe, uma criança!
...um amanhã...
A pena da minha pena já não voa
A toa dorme em paz por sobre a mesa
Fecho o caderno, como ultimo ato.
E os olhos da poesia, marejados
Despedem-se assim, numa centelha.
Márcia Poesia de Sá – 13.09.2010
Hoje, serei breve...
Breve como deve ser a frase inesquecível
Breve como é a vida e seus caprichos
Breve como é a imagem mais bonita
Quero resumir a minha vida
Em folhas de papéis que replantei
A semente da poesia que eu amei
Espero apenas, ter brotado n’algum ponto
Quem sabe um coração desavisado...
Atordoado coração sem pulsação
Quem sabe, inspirado uma canção...
Ou provocado um beijo apaixonado
Se ao menos uma delas já foi lida
E fez chorar uma retina que seja...
Já me valeu a vida, e esta mesa
Onde rascunho assim o meu sentir
E se agora eu já busco pouso...
E minha pena já cansada, quer repouso,
Espero com fervor no coração
A emoção mais pura de um leitor
...quem sabe, uma criança!
...um amanhã...
A pena da minha pena já não voa
A toa dorme em paz por sobre a mesa
Fecho o caderno, como ultimo ato.
E os olhos da poesia, marejados
Despedem-se assim, numa centelha.
Márcia Poesia de Sá – 13.09.2010

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